domingo, 27 de maio de 2018

DISSECTING SCENES – Pots, looks and regrets (Hibike! Euphonium 2, Ep. 10)


Today I’ll premiere a new column of the blog: Dissecting Scenes! As the name implies, I’ll be analyzing specific details and aspects of scenes in which the content is rich enough to render an individual text about it.

With this inaugural text, I’ll be talking about three interconnected moments of the 10th episode of the second season of one of my favorite anime ever, Hibike! Euphonium. Since they are VERY important to the story, spoiler alert. Without further ado, let's dissect!

DISSECANDO CENAS – Panelas, olhares e arrependimentos (Hibike! Euphonium 2, Ep. 10)


Chegou a hora de eu inaugurar uma nova coluna do blog: Dissecando Cenas! Como o nome indica, analisarei detalhes e aspectos específicos de determinadas cenas cujo conteúdo é o rico o suficiente para render um texto individual a respeito.

Com esse texto inaugural, abordarei três momentos interconectados do 10º episódio da 2ª temporada de um dos meus animes favoritos, Hibike! Euphonium. Como estes são muitíssimo importantes ao enredo da obra, fica o alerta de spoiler. Sem mais delongas, vamos dissecar!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Air


Durante seus primeiros anos de produção de séries, a Kyoto Animation se consagrou com adaptações de visual novels da empresa Key, com a mais conhecida dessas sendo Clannad, cuja 2ª temporada (After Story) é tida como um dos animes mais emocionantes de todos os tempos, mas essa aí foi a terceira adaptação do estúdio de um material da Key.

A primeira foi um anime chamado Air, de 2005. Não só é a primeira adaptação de uma visual novel do estúdio como também é um de seus primeiros animes produzidos. A KyoAni é conhecida por seu trabalho visual formidável de animação e direção, mas será que eles se destacavam nisso desde o início?

sábado, 5 de maio de 2018

Sora Yori mo Tooi Basho


Viajar é uma das melhores experiências que existem. Das últimas vezes que viajei, eu voltei para casa com o pensamento "é por isso que eu trabalho, para poder viajar". Mais fantástico ainda é quando se viaja com amigos. Não há nada mais gratificante do que descobrir novos lugares com amizades que você tanto preza. É uma sensação que vai muito além do que um bem material pode proporcionar, pois é algo que só pode ser experienciado uma única vez. As lembranças de uma viagem são umas das maiores fontes de felicidade que existem. Viajar é uma experiência transformadora.

Isso que, por enquanto, minha experiência se resume a viagens dentro do Brasil, porque foram os únicos lugares que visitei até então, mas imagina o peso de uma viagem para a Antártida? Pois é isso que Sora Yori mo Tooi Basho mostra: uma jornada ao lugar mais longe que o universo, como diz o nome em inglês do anime, A Place Further Than the Universe. Enquanto ainda era exibido (com apenas 4 episódios lançados), escrevi um texto sobre como a obra aborda aspirações, em que digo que o anime poderia se tornar um dos melhores do ano. Dito e feito.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Mob Psycho 100


Em 2015, foi lançado um anime que chamou a atenção de todos, desde fãs dessa mídia até pessoas que não assistiam mais animes há anos, chamado One Punch Man, uma paródia às inúmeras animações de luta como Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco e Yu Yu Hakusho, conhecidos como shounen. O anime fez sucesso por seu humor que tira sarro dos clichês do gênero com um personagem apelão que derrota todos seus inimigos com um soco só, enquanto ainda conta com um enredo característico de obras do estilo.

Seu êxito fez com que seu autor, ONE, viesse ao conhecimento público. Foi então que, em 2016, decidiram adaptar seu outro mangá em formato de animação. Apesar de não ter conseguido replicar o amplo sucesso de One Punch Man, Mob Psycho 100 foi um dos animes mais prestigiados de seu ano, graças a sua história que junta o sobrenatural com temas pessoais, lutas eletrizantes e visual estilosíssimo.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Lucky Star


Você se lembra do Orkut e do YouTube entre 2007 e 2012? Durante essa época os animes estavam bombando pra valer no Brasil, com diversas comunidades no Orkut e blogs sobre a cultura otaku, convenções começando a aparecer nas maiores cidades e vídeo-montagens que uniam jogos a animes estavam por todo o YouTube. Nessas comunidades e vídeos, era facílimo de se deparar com um anime em particular que era o símbolo dos otakus da época.

Sim, cá estou eu, em pleno 2018, escrevendo sobre Lucky Star, uma década depois de seu lançamento. Hoje em dia você não vê uma alma viva falando dele, mas seu sucesso na internet foi estrondoso. Imagino que muita gente daquela época tenha sido introduzida aos animes por meio desse. Grande parte do seu sucesso se deve ao fato de que seu conteúdo era inusitado para a época e retratava a vida de pessoas normais vivendo suas vidas normalmente, um estilo de anime que viria a se consagrar como "slice of life". Mas Lucky Star era ainda mais fácil de se identificar com o público da internet por fazer inúmeras referências à cultura otaku e contar com personagens que representam fielmente o seu público.

sábado, 7 de abril de 2018

Isao Takahata (1935 – 2018)


Essa semana faleceu Isao Takahata, co-fundador do Studio Ghibli e diretor de diversas animações do estúdio. Com 82 anos nas costas, era certo que isso poderia acontecer a qualquer momento, mas ainda assim é uma situação difícil, pois foi uma pessoa que influenciou diretamente a vida de todos que assistiram as suas obras, como é o meu caso. Não tem como não ficar triste.

Infelizmente, o Takahata nunca ganhou um reconhecimento internacional amplo como seu parceiro Hayao Miyazaki, mas sua importância para a indústria da animação é tão grande quanto. Se não fosse por ele ao seu lado, o Studio Ghibli não existiria. O mundo seria um lugar mais triste. Mas a influência do diretor na indústria e na vida das pessoas começou muito antes da criação do estúdio que o tornou mundialmente famoso.