domingo, 22 de outubro de 2017

Mario Pinball Land (2011)


Enquanto fuçava minha pasta de textos no computador, acabei me deparando com um arquivo peculiar, datado de setembro de 2011, quando esse blog ainda estava em seus primórdios. O que mais poderia ser esse arquivo? É claro que um review! De um jogo de Game Boy Advance chamado Mario Pinball Land, lançado em 2004. Eu costumava jogá-lo direto em 2008, quando tinha meus 12 anos e era uma criança desocupada que amava Mario e se divertia até com os jogos mais toscos, tipo esse.

Pois bem, em um ato de saudosismo, usarei este review que escrevi há 6 anos atrás como o terceiro texto do meu writetober. O que mais me impressiona é que ele está completinho, não faço ideia do porquê de não tê-lo postado na época. Eu não alterarei absolutamente nada nele, portanto vocês poderão contemplar minha escrita como ela era em 2011. Então, sem mais delongas, um artigo sobre MARIO BALLS direto do túnel do tempo!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Yama no Susume


Enquanto me preparo para o texto de Made in Abyss, pensei em escrever, para me aquecer, um curtinho sobre um anime também curtíssimo chamado Yama no Susume. A primeira temporada tem 12 episódios de apenas 3 minutos, e a segunda, consideravelmente maior, tem 24 episódios de 12 minutos, totalizando aproximadamente 5 horas de duração.

domingo, 8 de outubro de 2017

Chuunibyou demo Koi ga Shitai!


Inspirado em meus amigos desenhistas que usam o mês de outubro para desafiar a si próprios a postar um desenho diariamente, o famoso inktober, pensei em fazer algo similar, mas semanalmente e com textos. Decidi apelidar essa atividade de writetober........pqp, que nome ruim. Mas enfim! Serão quatro artigos postados ao longo do mês, o primeiro dos quais é sobre um anime que mostra como eu fui me abrindo cada vez mais a esse tipo de entretenimento ao longo dos anos, o que pode ser uma coisa horrível se parar pra pensar, mas calma que eu ainda sei me policiar.

Esses tempos eu decidi assistir a uma animação do famoso estúdio Kyoto Animation, chamada Chuunibyou demo Koi ga Shitai!, de 2012. O estúdio é conhecido por seus diversos animes com personagens fofas e temáticas mundanas (o gênero slice of life) com leves twists de fantasia e mistério. Esse é o primeiro trabalho que assisti deles. Será que foi uma boa escolha?

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Little Witch Academia


Eu sou uma pessoa muito retrô. A vasta maioria dos animes que vejo são de 10 a 50 anos atrás. Mas existem algumas produções mais recentes pelas quais me interessei, como Jojo’s Bizarre Adventure, Boku no Hero Academia e a série deste artigo que vos escrevo.

Little Witch Academia
é uma animação japonesa de 2017 produzida pelo Studio Trigger, um estúdio novo, fundado nesta década, mas já famoso graças a essa obra e a um anime chamado Kill la Kill, de 2013. Este não me chamou muito a atenção devido ao seu conteúdo vulgarizado – apesar de eu tê-lo assistido inteiro recentemente –, mas Little Witch me ganhou só pelas imagens de suas personagens carismáticas e pela premissa de uma garota atrapalhada treinando para se tornar uma grande bruxa.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Sakura Card Captors


Era uma bela madrugada sem muito o que fazer. Estava deitado sem sono. Foi quando me veio uma ideia à mente. Havia uma animação que assistia na infância cuja tinha poucas recordações a seu respeito. Decidi assistir ao episódio inicial por curiosidade, sem pretensão de seguir em frente com os demais. Acontece que eu adorei esse primeiro, então fui assistindo mais alguns. Quando me dei por conta, estava apaixonado. “Caramba, Vinicius! Já entregou de bandeja assim sua opinião sobre a obra?” Sim, meu amor por essa lindíssima animação é tão grande que eu não pude me conter.

Estou falando de Sakura Card Captors, adaptação de 1998 do mangá homônimo do grupo Clamp. A animação é um clássico mahou shoujo, termo japonês cuja tradução literal é garotas mágicas, um gênero de animes com protagonistas femininas que usam poderes mágicos. Diferente de grande parte das animações desse gênero, Sakura tem um foco maior na vida cotidiana, nos sentimentos dos personagens e em suas relações. Então, vamos falar mais sobre essa lindeza?

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Neon Genesis Evangelion


No mundo dos animes, muitos diretores se tornaram famosos pelo conjunto de sua obra. Pode perguntar para qualquer um a respeito do Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Satoshi Kon, Makoto Shinkai, Mamoru Hosoda, Osamu Dezaki – é muito raro alguém falar que só conhece uma animação desses caras. Porém, há um diretor considerado um dos maiores e mais conhecidos mundialmente exclusivamente por um trabalho: Hideaki Anno e sua obra-prima Neon Genesis Evangelion. Não estou dizendo que ele não dirigiu outros animes conhecidos, como Nadia: Secret of the Blue Water, mas Evangelion é indubitavelmente a fonte de todo o seu reconhecimento.

A série foi ao ar de 1995 a 1996, com 26 episódios, e causou um enorme impacto na cultura japonesa. Isso se deve aos temas filosóficos e existenciais abordados na produção, algo que não era comum de se encontrar em animes mecha da época, já que estes basicamente consistem em humanos batalhando dentro de robôs. Evangelion subverteu esse gênero ao usar as lutas apenas como plano de fundo para o desenvolvimento de temas profundos. Mas será que a série merece todo o reconhecimento que lhe é dada? Será que todo esse papo de tentar ser uma obra profunda é apenas pretensiosidade do diretor?

sábado, 24 de dezembro de 2016

Romeo's Blue Skies



Em outubro, decidi assistir a uma série dos anos 90 do World Masterpiece Theater para tirar a prova viva de que as produções eram fracas se comparadas às dos anos 70. O que ficou comprovado, no entanto, é que essa afirmação era na verdade uma baita mentira, pois Little Women II acabou se tornando uma de minhas animações favoritas do bloco (leia meu review). Com isso em vista, parti para mais uma da década de 90 que veio dois anos depois dessa para conferir se a qualidade se manteve.

Romeo’s Blue Skies (jp: Romeo no Aoi Sora), de 1995, é uma adaptação do romance suíço Die schwarzen Brüder (The Black Brothers). A animação nos mostra a história de um garoto que deve sobreviver em condições precárias como limpador de chaminés em Milão, Itália após ser vendido para ajudar sua família. Infelizmente, a popularidade do World Masterpiece Theater já estava em declínio ao lançamento dessa produção, o que fez com que ela contasse com apenas 33 episódios, algo que prejudicou o desenvolvimento da história.