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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Amor, Chuunibyou e Cinco Motivos


Quando você consome qualquer tipo de mídia, existe algo que acontece com frequência que é se apaixonar. Por exemplo, logo após assistir uma série, você começa a falar a seu respeito sem parar. Se sente como se nunca houvesse amado algo tanto quanto estava amando aquilo naquele momento. Mas depois de algumas semanas ou meses enchendo o saco de seus amigos com postagens no Face sobre tal série, a paixão começa a desaparecer e seu interesse diminui consideravelmente.

Não dá pra negar que isso acontece com muitos de nós. Comigo mesmo isso aconteceu com trabalhos como Neon Genesis Evangelion (meu review), o único anime que reassisti logo após assistir a primeira vez de tanto que gostei, e com Sakura Card Captors, que até me dói o coração dizer, porque minha paixão de um pouco menos de um ano por essa série foi uma das mais intensas, tanto que encerro minha análise dizendo que não queria que a estrela da Sakura parasse de brilhar para mim.....algo que infelizmente aconteceu. Não é que eu tenha deixado de gostar deles, só não sou mais apaixonado.

domingo, 21 de abril de 2019

Tsurune


Quando o assunto é Kyoto Animation, a primeira coisa que vem à mente das pessoas são garotas fofas em um ambiente escolar, o que atrai uma audiência enorme por default. A única exceção é Free!, anime com rapazes sarados que praticam natação, também um grande atrativo a um certo público. Porém, o trabalho mais recente do estúdio, chamado Tsurune, traz protagonistas masculinos não tão atraentes (se comparados com os de Free!) que participam de um clube de arquearia, esporte pouco popular no ocidente.

Essa fórmula do fracasso veio à fruição quando o anime foi ao ar e quase não se via comentários a seu respeito na internet. De acordo com o MyAnimeList, é a série menos assistida da KyoAni. Mas o simples fato do trabalho fugir dos padrões do estúdio não deveria ser considerado um demérito, afinal, é sempre refrescante ver novos horizontes explorados, sem contar que popularidade tá longe de ser sinônimo de qualidade. Portanto, como um enorme fã da Kyoto Animation, comecei Tsurune com boas expectativas.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Free! Dive to the Future


Criar sequências de trabalhos bem sucedidos é uma prática padrão na indústria do entretenimento. É uma forma quase que garantida de se obter altos lucros. Porém, às vezes essa prática foge do controle e fica a impressão de que apenas criam sequências para milkar dinheiro, sem se importar com a qualidade. É aquela velha coisa de não saber quando parar.

Felizmente, esse não é o caso da Kyoto Animation. O estúdio tem a prática de fazer no máximo uma 2ª temporada e um filme a uma série bem sucedida, mas existe uma exceção a essa regra em apenas um de seus trabalhos – o anime de natação Free!. Ano passado foi lançada a 3ª temporada e já anunciaram uma 4ª para 2020. Eu demorei para assistir a de 2018 por conta da minha ligeira insatisfação com as temporadas anteriores, mas como um verdadeiro fã da KyoAni, teria que assisti-la mais cedo ou mais tarde.

domingo, 20 de janeiro de 2019

DISSECANDO CENAS - O advento de Naoko Yamada (Clannad After Story, ep. 3)


Todo animador precisa escalar uma íngreme ladeira até chegar ao tão desejado posto de diretor. Foi assim com todos os grandes nomes. Mas um desses nomes teve uma escalada consideravelmente mais rápida que o normal. Me refiro à Naoko Yamada, a diretora de anime mais prestigiada dos últimos tempos e uma das minhas favoritas, junto do Hayao Miyazaki e do Isao Takahata do Studio Ghibli.

De acordo com o Anime News Network, a Yamada participou apenas de um trabalho como in-betweener, cargo atribuído aos iniciantes, em 2004. Sua próxima participação, em 2005, já foi como animadora chave, algo que diz muito sobre o seu trabalho. Em 2007, dirigiu e fez o storyboard de dois episódios de Clannad. Em 2008, na 2ª temporada da série, esse número aumentou para cinco. No ano seguinte, com apenas 5 anos de carreira, os chefões da Kyoto Animation decidiram promovê-la e confiar a direção de uma série inteira a essa jovem moça de 23 anos. O que viria a seguir seria um trabalho que revolucionaria a indústria dos animes por completo – o grande fenômeno K-ON! (meu review).


domingo, 13 de janeiro de 2019

Kyoukai no Kanata


Minha análise anterior de um anime da Kyoto Animation foi sobre Phantom World, um dos mais diferentes do estúdio por conta de seu universo sobrenatural e lutas frenéticas (e também o pior anime do seu catálogo). Mas este não foi o primeiro trabalho deles nesse estilo conhecido como action fantasy.

Três anos antes, em 2013, a KyoAni decidiu adaptar uma história diferente das que estava acostumada e o resultado foi Kyoukai no Kanata (Beyond the Boundary), série situada em um universo em que humanos convivem com monstros e devem combatê-los para manter o mundo em ordem. Sim, a premissa é similar a de Phantom World, mas será que dessa vez o estúdio soube trabalhar devidamente com uma narrativa fantasiosa?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Musaigen no Phantom World


O estúdio Kyoto Animation é um dos mais populares do mundo dos animes. Desde que estourou com o sucesso de séries como The Melancholy of Haruhi Suzumiya, Lucky Star e K-ON!, seus novos trabalhos anuais são aguardados por uma legião de fãs. A popularidade do estúdio se deve à consistência de suas obras, como o visual estonteante, personagens fofas e temas que revolvem o dia-a-dia de nossas vidas.

Mas existe outro elemento recorrente em seus trabalhos, um que não me orgulha quando digo que sou fã do estúdio: o fanservice. As suas personagens fofas também são atraentes em diversos casos e eles sabem como capitalizar em cima disso. Em algumas séries o fanservice é quase inexistente, em outras chega até a ser distrativo de tão frequente, mas nenhuma delas se compara ao primeiro anime de 2016 do estúdio quando o assunto é esse.


sábado, 20 de outubro de 2018

DISSECANDO CENAS - O filler perfeito (Kyoukai no Kanata, Ep. 6)


Tá aí uma palavra que nos deparamos com frequência em discussões de séries ou animes: filler. Usada majoritariamente com conotações negativas, o que exatamente é um filler? Sua tradução literal é "enchimento" e suas origens se dão de diversas mídias, como música, computação e transmissões televisivas, mas o tipo de filler que quero tratar especificamente nesse texto é o de séries de TV e animes.

Existem dois significados à palavra. O primeiro, considerado sua origem, se refere aos episódios ou eventos inseridos em uma adaptação de um livro ou mangá que não se encontram na obra original, como quando incluem lutas ausentes no mangá em um anime shounen. Alguns fãs levam à risca essa definição como a única válida.

O segundo significado considera filler todos os eventos ou episódios dispensáveis que não agregam nada à história da obra, os quais você pode até pular porque não fará diferença alguma no desenrolar da narrativa, algo extremamente comum de se encontrar nesses shounens com mais de 100 episódios tipo Dragon Ball, Bleach e Naruto. O episódio tópico dessa análise se encaixa nessa definição.

domingo, 30 de setembro de 2018

Kanon (2006)


Há alguns meses eu escrevi uma análise de Air, um dos primeiros animes da Kyoto Animation e a primeira adaptação de uma visual novel da empresa Key feita pelo estúdio. Este se mostrou o trabalho mais fraco deles em minha opinião, então esperei um pouco para seguir em frente com seu sucessor.

Mas agora chegou a hora de avaliar Kanon, um anime de 2006 repleto de similaridades com o seu antecessor. Será que os erros anteriores que me impediram de apreciar a série foram fixados ou mantidos?

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Free! Iwatobi Swim Club


Praticamente todos os trabalhos da Kyoto Animation são protagonizados por garotas fofas, com elencos compostos majoritariamente por personagens do sexo feminino. Porém, existe uma exceção, o oposto exato disso que descrevi. Um anime com protagonistas tão atraentes que as primeiras sugestões que o Google te dá ao pesquisar o nome de qualquer um são fanfics amorosas deles com a pessoa que está lendo.

Estou falando de Free!, o anime perfeito para você que está sedento(a) por ver garotos com corpos definidos se esbaldando em piscinas, mares e banheiras, seja em competições acirradas ou apenas para dar aquela molhadinha nos músculos e relaxar a cabeça. Ah, também tem conflitos dramáticos a beça entre eles, caso você se interesse por isso e não os veja apenas como objetos de desejo. Vamos conhecer esses rapazes então?

OBS: Essa análise cobre as duas primeiras temporadas do anime, Free! Iwatobi Swim Club e Free! Eternal Summer.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Chuunibyou demo Koi ga Shitai: Take on Me


Chuunibyou demo Koi ga Shitai é um anime que guardo com carinho no coração, pois foi ele que me introduziu ao trabalho da Kyoto Animation, estúdio que viria a se tornar o meu segundo favorito e que conta com obras que tiveram grande impacto na minha vida. Quando descobri que fariam um filme, fiquei empolgadíssimo, pois eu adoro tanto esse universo que qualquer conteúdo novo me deixaria feliz.

Mas não é apenas qualquer conteúdo novo. Take on Me é uma fantástica conclusão à toda a série que....aaaaaa, calma aí que eu já tô escrevendo a conclusão na introdução. Mas é que eu adorei tanto esse filme que não tô conseguindo me conter. Ok, vamos por partes. A ordem lógica é começar pela história, né? Então vamos lá.


sábado, 16 de junho de 2018

Amagi Brilliant Park


Por mais que grande parte dos animes da Kyoto Animation sejam do gênero slice of life, o estúdio trata de diversos temas distintos em seus trabalhos. Síndrome da 8ª série, a vida em um clube colegial de banda, como o bullying pode destruir vidas, a obsessão de garotas pela cultura otaku e a convivência com dragões disfarçados de humanos, só para citar alguns exemplos.

Mas o tema mais inusitado de qualquer um deles é o de gerenciamento de um parque de diversões. É disso que Amagi Brilliant Park se trata, produção de 2014 do estúdio. Esse é um de seus animes mais diferenciados, pois deixa de lado o estilo slice of life e opta por uma narrativa fantasiosa com elementos de aventura, mesclados com comédia e *ahem* fanservice. Mas será que esse parque conseguiu me divertir ou foi como uma fila gigante do Hopi Hari?


domingo, 27 de maio de 2018

DISSECANDO CENAS – Panelas, olhares e arrependimentos (Hibike! Euphonium 2, Ep. 10)


Chegou a hora de eu inaugurar uma nova coluna do blog: Dissecando Cenas! Como o nome indica, analisarei detalhes e aspectos específicos de determinadas cenas cujo conteúdo é o rico o suficiente para render um texto individual a respeito.

Com esse texto inaugural, abordarei três momentos interconectados do 10º episódio da 2ª temporada de um dos meus animes favoritos, Hibike! Euphonium. Como estes são muitíssimo importantes ao enredo da obra, fica o alerta de spoiler. Sem mais delongas, vamos dissecar!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Air


Durante seus primeiros anos de produção de séries, a Kyoto Animation se consagrou com adaptações de visual novels da empresa Key, com a mais conhecida dessas sendo Clannad, cuja 2ª temporada (After Story) é tida como um dos animes mais emocionantes de todos os tempos, mas essa aí foi a terceira adaptação do estúdio de um material da Key.

A primeira foi um anime chamado Air, de 2005. Não só é a primeira adaptação de uma visual novel do estúdio como também é um de seus primeiros animes produzidos. A KyoAni é conhecida por seu trabalho visual formidável de animação e direção, mas será que eles se destacavam nisso desde o início?

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Lucky Star


Você se lembra do Orkut e do YouTube entre 2007 e 2012? Durante essa época os animes estavam bombando pra valer no Brasil, com diversas comunidades no Orkut e blogs sobre a cultura otaku, convenções começando a aparecer nas maiores cidades e vídeo-montagens que uniam jogos a animes estavam por todo o YouTube. Nessas comunidades e vídeos, era facílimo de se deparar com um anime em particular que era o símbolo dos otakus da época.

Sim, cá estou eu, em pleno 2018, escrevendo sobre Lucky Star, uma década depois de seu lançamento. Hoje em dia você não vê uma alma viva falando dele, mas seu sucesso na internet foi estrondoso. Imagino que muita gente daquela época tenha sido introduzida aos animes por meio desse. Grande parte do seu sucesso se deve ao fato de que seu conteúdo era inusitado para a época e retratava a vida de pessoas normais vivendo suas vidas normalmente, um estilo de anime que viria a se consagrar como "slice of life". Mas Lucky Star era ainda mais fácil de se identificar com o público da internet por fazer inúmeras referências à cultura otaku e contar com personagens que representam fielmente o seu público.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Koe no Katachi


Em 2016, em meio ao sucesso estrondoso de Kimi no Na wa (Your Name), foi lançado um filme de anime que sorrateiramente foi ganhando o coração de todos aqueles que o assistiam. Seu nome é Koe no Katachi (A Silent Voice, em inglês). Eu venho falando dele há um tempo nas redes sociais, o elogiando, o indicando a amigos e expressando minha decepção com a falta de tato da Academia em não selecioná-lo para concorrer ao Oscar de Melhor Animação. Acontece que, na realidade, eu fiz isso sem tê-lo assistido.

O longa-metragem foi dirigido pela Naoko Yamada, moça essa que dirigiu K-ON! e que teve seu trabalho amplamente apreciado por minha pessoa neste texto aqui. O estúdio que o produziu foi a Kyoto Animation, o qual venho assistindo todos os seus trabalhos e escrevendo aqui no blog. É seguro dizer que criei uma confiança tão grande nessa diretora e nesse estúdio que eu pude falar do filme sem nem tê-lo assistido, pois tinha certeza de que seria uma obra linda, sensível e emocionante.


quinta-feira, 8 de março de 2018

Naoko Yamada, diretora, 33 anos

Hoje, 8 de março de 2018, é o Dia Internacional da Mulher. Geralmente neste dia eu compartilho alguma imagem relacionada ao Hayao Miyazaki e às personagens de seus filmes. Estes retratam mulher fortes e independentes, capazes de tomar suas próprias decisões e nunca mostradas como sinônimo de fragilidade, assim como acontece em muitas animações japonesas e ocidentais. Entretanto, esse ano decidi fazer algo diferente, uma breve homenagem a uma das mulheres mais importantes na indústria dos animes.


Estou falando da Naoko Yamada, diretora do estúdio Kyoto Animation, sobre o qual venho falando aqui no blog desde outubro do ano passado. Minha intenção não é escrever um texto longo sobre toda a trajetória dela como artista, caso contrário teríamos mais de 20 páginas de conteúdo. Não, a minha ideia com esse texto é apreciar o trabalho dessa mulher que em tão pouco tempo se tornou uma figura especial para mim.

sábado, 3 de março de 2018

Tamako Market / Tamako Love Story


K-ON! foi um dos trabalhos mais bem sucedidos da Kyoto Animation. O anime foi uma sensação no Japão e na internet, adquirindo uma plenitude de fãs no mundo todo. Com isso em mente, o estúdio decidiu produzir uma nova animação aos moldes desta, uma que as pessoas se interessariam ao ver uma imagem e pensar “olha, isso é igual a K-ON!”. Eles recrutaram a diretora, a roteirista e a designer de personagens e criaram uma história original, a primeira do estúdio. E assim nasceu Tamako Market, lançado em 2013.

OBS: Como esse anime foi altamente inspirado por K-ON!, no texto eu faço diversas comparações entre os dois. Apesar de não gostar muito dessa abordagem, foi a melhor maneira que encontrei para expor alguns pontos.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

The Disappearance of Haruhi Suzumiya

AVISO: Essa é uma continuação da análise de The Melancholy of Haruhi Suzumiya. Se ainda não leu a primeira parte, clique aqui. E novamente, spoilers à frente.

"Parecer", "ter a impressão de algo"... Essa é uma palavra que usei constantemente na análise anterior. Será que meu desprazer estava me fazendo enxergar até os momentos relevantes com olhares tendenciosos? Será que algumas de minhas impressões estavam erradas ou precipitadas? Essas perguntas seriam respondidas poucos dias depois de terminar a segunda temporada, quando eu estava revoltado com a decepção que Haruhi veio a ser...


Em 2010 foi lançado The Disappearance of Haruhi Suzumiya, um longa-metragem de 2 horas e 41 minutos, o segundo maior filme animado da história. Coloque-se na minha situação: você vê que ainda falta assistir a um filme com quase TRÊS HORAS de duração de uma obra que quase chegou a odiar... É praticamente impossível você não ficar de saco cheio, certo?

Errado. Extraordinariamente errado. Eu tinha lido comentários que diziam que o filme era superior à série e como essa era apenas um aquecimento para o longa, mas não imaginei que fosse num nível tão assombroso. Esse filme é algo tão grandioso e fantástico que conseguiu mudar minha visão sobre a obra de Haruhi como um todo.

Mas o que o faz ser tão incrível assim? Como um simples filme conseguiu transformar a minha opinião de algo que eu havia desprezado? Primeiro que ele tá longe de ser apenas um s
imples filme, tanto que o assisti duas vezes em menos de 24h. Portanto, vamos entrar nos detalhes de por quê Disappearance é uma verdadeira obra-prima.

The Melancholy of Haruhi Suzumiya


A Kyoto Animation foi fundada em 1983, mas só foi produzir sua primeira série em 2003. Contudo, foi em 2006 que o estúdio se consolidou como um dos maiores de animação do Japão com uma produção que se tornou um fenômeno local e, na internet, mundial. Estou falando de The Melancholy of Haruhi Suzumiya (Haruhi Suzumiya no Yuutsu), adaptação da série de light novels do escritor Nagaru Tonigawa.

Algo a se admirar em Haruhi é a ousadia dessa adaptação. Os episódios da primeira temporada foram lançados em ordem não-cronológica, a segunda temporada tem um arco que é basicamente o mesmo evento sendo repetido em oito episódios e o filme é o segundo maior longa-metragem animado de todos os tempos com 2 horas e 41 minutos de duração. Mas será que o conteúdo da obra consegue sustentar essa ousadia?

AVISO: Essa análise contém spoilers da série inteira. Diferente da maioria de meus textos, nesse eu discorrerei diretamente sobre diversos eventos do anime. Recomendo ler apenas se tiver assistido às duas temporadas e ao filme.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Miss Kobayashi's Dragon Maid


Um dos animes mais comentados de 2017 foi o segundo mais recente da Kyoto Animation, chamado Miss Kobayashi's Dragon Maid. Aclamado pela crítica e público, também se tornou sensação na internet com inúmeros memes feitos em cima do trabalho. Mas sucesso não é garantia de qualidade pra mim.

Algo me deixava incerto se deveria assistir a essa série. Grande parte da exposição que recebia era devido ao seu conteúdo de fanservice e estereótipos. Me passou a impressão de que o humor era centrado somente nestes elementos e que era apenas um anime bobinho de comédia sem nenhuma sustância, feito para atrair a nata do público otaku. Contudo, decidi assisti-lo para tirar minhas próprias conclusões.